Dinheiro Público

Senadores do Rio Grande do Sul

Cada estado elege três senadores, com mandato de oito anos. Rio Grande do Sul está representado hoje por Hamilton Mourão (REPUBLICANOS), Luis Carlos Heinze (PP) e Paulo Paim (PT). 2 mandatos terminam em janeiro de 2027; essas vagas foram disputadas na eleição de 4 de outubro de 2026.

Senadores em exercício

Senador(a)PartidoMandato atéCEAPS 2026Projetos*
Hamilton MourãoREPUBLICANOS2031R$ 395.723152
Luis Carlos HeinzePP2027R$ 282.41997
Paulo PaimPT2027R$ 407.758101

* PL, PLP e PEC apresentados desde fevereiro de 2023 (autor ou coautor). CEAPS até 06/10/2026.

CEAPS dos senadores do Rio Grande do Sul em 2026Paulo Paim (PT): R$ 407,8 mil; Hamilton Mourão (REPUBLICANOS): R$ 395,7 mil; Luis Carlos Heinze (PP): R$ 282,4 milPaulo Paim (PT)R$ 407,8 milHamilton Mourão (REPUBLICANOS)R$ 395,7 milLuis Carlos Heinze (PP)R$ 282,4 mil
Cota parlamentar (CEAPS) dos senadores do Rio Grande do Sul em 2026, até 06/10/2026. Gráfico próprio a partir dos dados abertos do Senado.

Senadores eleitos em 2026 (Rio Grande do Sul)

Segundo o TSE, MARCEL VAN HATTEM (NOVO) e SANDERSON (PL) foram eleitos para o mandato de 2027 a 2035. Situação conforme a base de candidaturas do TSE gerada em 05/10/2026; o resultado só é definitivo após a diplomação.

  • MARCEL VAN HATTEM — NOVO, número 300 (eleito no 1º turno)
  • SANDERSON — PL, número 222 (eleito no 1º turno)

Todos os candidatos a senador e governador no Rio Grande do Sul

Como ler os números desta página

Como ler

Três cadeiras por estado, sem exceção

O Senado representa as unidades da federação, não as pessoas: Rio Grande do Sul elege três senadores, como São Paulo e como Roraima.

De onde vem

De onde vêm estes números

Cadastro, cota (CEAPS) e proposições dos dados abertos do Senado; emendas do Portal da Transparência da CGU; população do IBGE. Coleta de 06/10/2026.

Cuidado

Comparar bancadas exige cuidado

O teto da cota varia por estado, porque inclui o custo de ir a Brasília. Bancada de estado distante gasta mais em deslocamento sem que isso signifique qualquer irregularidade.

O que fazer

Como conferir e cobrar

Abra a página de cada parlamentar para ver nota por nota e o destino de cada emenda, e o portal da transparência do Rio Grande do Sul para o que é gasto pelo governo estadual.

Veja também

Entendendo a bancada do Rio Grande do Sul no Senado

Por que Rio Grande do Sul tem três senadores, como todos os estados?

Rio Grande do Sul tem 3 das 81 cadeiras do Senado, a mesma cota de qualquer outra unidade da federação, independentemente de população. Com 11.233.317 habitantes, cada senador do Rio Grande do Sul representa 3.744.439 pessoas, contra uma média nacional de 2.644.592 por senador.

O mandato é de oito anos e a renovação é alternada, um terço das vagas numa eleição e dois terços na seguinte. Por isso a bancada do Rio Grande do Sul quase nunca muda inteira de uma vez, e o nome de cada suplente eleito junto com o titular importa: é ele que assume a cadeira em caso de licença, de ida para um cargo no Executivo ou de vacância.

Quais partidos formam a bancada do Rio Grande do Sul?

Os 3 senadores do Rio Grande do Sul em exercício se dividem em 3 partidos: PP (1), PT (1) e REPUBLICANOS (1). O maior, o PP, tem 33% da bancada. Entre eles há 0 mulheres e 0 suplentes em exercício.

Quanto a bancada do Rio Grande do Sul gastou da cota em 2026?

Somados, os senadores do Rio Grande do Sul pediram R$ 1.085.900 de reembolso pela CEAPS em 2026, até 06/10/2026. A mediana da bancada é de R$ 395,7 mil, acima da mediana do grupo (mediana nacional: R$ 294,6 mil).

O maior gasto da bancada é de Paulo Paim, com R$ 407,8 mil, e o menor é de Luis Carlos Heinze, com R$ 282,4 mil. Os itens que mais pesam na bancada do Rio Grande do Sul são locomoção, hospedagem, alimentação e combustíveis (R$ 339,5 mil), passagens aéreas, aquáticas e terrestres (R$ 210,3 mil) e aluguel e despesas do escritório político (R$ 206,8 mil).

O que estes números dizem (e não dizem) sobre Rio Grande do Sul?

As emendas individuais dos senadores do Rio Grande do Sul somam R$ 612.924.455 empenhados e R$ 481.155.581 pagos nos orçamentos recentes, e a bancada aparece como autora ou coautora de 350 projetos desde fevereiro de 2023. Emenda empenhada não é obra entregue, e projeto apresentado não é lei aprovada.

Nada nesta página mede influência, presença em plenário ou votos dados: entre os 3 senadores do Rio Grande do Sul, cota, projetos e emendas são o que os dados abertos permitem comparar de forma igual. Também não há aqui CPF, endereço residencial nem foto de ninguém — só informação do exercício do mandato no Senado.

Glossário

Bancada

Conjunto de parlamentares de um mesmo partido ou de um mesmo estado. A bancada estadual na Câmara tem no mínimo 8 e no máximo 70 deputados, conforme a população da unidade da federação.

Bancada

CEAPS (cota parlamentar do Senado)

Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar dos Senadores, equivalente à CEAP da Câmara. Reembolsa aluguel de escritório no estado, locomoção, divulgação, consultorias e material de consumo ligados ao mandato, dentro de um teto mensal por senador.

Senado Federal — CEAPS, dados abertos

CEAPS (cota parlamentar do Senado)

Legislatura

Período de quatro anos de funcionamento da Câmara, contado da posse dos deputados eleitos. A atual é a 57ª, de fevereiro de 2023 a janeiro de 2027; senadores atravessam duas legislaturas, porque o mandato deles dura oito anos.

Legislatura

Emenda parlamentar

Parte do Orçamento da União cujo destino é indicado por um parlamentar, pela bancada de um estado ou por uma comissão. As emendas individuais são impositivas: o governo é obrigado a executá-las, e metade do valor tem de ir para a saúde.

Constituição Federal, Emenda Constitucional 86/2015

Emenda parlamentar

Empenhado e pago

Empenhado é o valor que o governo reservou no orçamento para a emenda; pago é o que já saiu do caixa. A diferença entre os dois é normal no ano corrente e pode ser quitada nos anos seguintes, como resto a pagar.

Portal da Transparência (CGU) — emendas parlamentares

Empenhado e pago

Receita corrente líquida (RCL)

Base de cálculo das emendas individuais: 1,55% da receita corrente líquida da União é dividido entre os 513 deputados e 0,45% entre os 81 senadores. É por isso que cada senador indica, sozinho, um valor muito maior que cada deputado.

Constituição Federal, Emenda Constitucional 126/2022

Receita corrente líquida (RCL)

PL, PLP e PEC

PL é projeto de lei ordinária, PLP é projeto de lei complementar e PEC é proposta de emenda à Constituição, em ordem crescente de dificuldade de aprovação. Contar projetos mede iniciativa, não resultado: a maioria nunca chega a ser votada.

PL, PLP e PEC

Ver o glossário completo

Fontes: Senado Federal — Dados Abertos (legis.senado.leg.br/dadosabertos) e CEAPS (adm.senado.gov.br/adm-dadosabertos); candidaturas: TSE — Dados Abertos (CC BY). Dados coletados em 06/10/2026.